21/07/2010

Fornecedor a Fornecedor: o buquê

O buquê... O buquê...

Então, eu engasguei com o buquê e parei de escrever no blog. Qual o problema? O problema é que eu não gostei do meu buquê, mas falar isso é injusto porque não foi culpa da fornecedora. Foi culpa minha, mesmo.

O buquê foi uma das últimas coisas que fechei, já sem paciência para essa história de casamento. Não levei foto dos 1300 buquês de que gostei e tentei descrever um ou outro para a florista. Ela ficou com foto de apenas dois, de revistas que ela possuía. Dois buquês antagônicos, conforme mostrei aqui. E ainda por cima, só conversei com ela no confuso (e divertido) dia em que fui com 3 outras noivas, não voltando para uma conversa mais tête-a-tête.

Moral da história: duas das outras noivas, a Elly e a May, voltaram lá e tiveram seu buquê dos sonhos. Eu, por outro lado, não queria nem tirar foto com o meu. O fotógrafo desistiu porque eu saía com a cara amarrada sempre que ele me fazia tirar foto olhando para o buquê.



(Essa cara de "te mato, buquê" é a minha cara tentando sorrir em foto posada com o dito cujo.)

Ainda por cima, no verão de 38 graus, a minha mãe sai para buscar o buquê, deixa no carro e vai comprar iogurte e mais não sei o quê para mim. O que acontece? Minhas flores chegaram ao hotel em que eu me arrumava meio abatidas, sem viço. (Não dá para ver na foto, mas, vai por mim, deixar flor no carro no verão carioca não é legal.)


Todo mundo achou meu buquê lindo. Se fosse para outra noiva, eu também teria achado. O fato é que o buquê era lindo. Lindo, sim. Só não tinha a ver comigo. Olhando bem, agora, percebo que era só tirar as rosas, que eu teria gostado, porque não ficaria nada de buquê comum nele. Pena que eu não tive esse insight no grande dia.

Então, insisto, não foi culpa da Angela. Foi culpa da minha preguiça de não ter querido voltar lá para explicar melhor o que tinha e não tinha a ver comigo. Ou de não ter pensado em arrancar as rosas ali mesmo.

Ah, claro que quem pediu rosas no buquê fui euzinha mesmo. Pra vocês terem noção da burrice da pessoa.