17/10/2009

S.O.S. Juiz de Paz Edgard Caldas da 8a RCPN

Preciso urgentemente da ajuda de vocês!!!!! (Quer dizer, mais uma. Os comentários sobre a decor da Casa do Alto estão me salvando. Vocês são o máximo.) Alguém já esteve em ou ouviu falar de alguma cerimônia de casamento feita pelo juiz de paz Edgard Caldas, do cartório da Tijuca (8a RCPN)?

Conheci-o pessoalmente, simpatizei-me, porém não pude conversar como eu gostaria. O cartório fica abarrotado quando ele está lá, pois, para cada casal, vão uns 10 a 15 convidados, todos se acotovelando para tirar mais fotos do casalzinho. (Aliás, deu de tudo lá ontem: chineses, lourinha, descendentes de italiano, negros... "Isso aqui ô-ô, é um pouquinho de Brasil ia-iá!") Enfim, deu para perceber que ele domina no mínimo razoavelmente o padrão oral culto brasileiro e que parece simpático, o que eram dois dos requisitos. Mas também queria saber o seguinte:

  • ele respeita o horário?


  • a cerimônia dele é rápida demais (menos de 6 minutos) ou demorada demais (mais de 15 minutos)?


  • que tipo de coisas ele costuma dizer?

Parte do meu desespero é porque, até hoje, eu só fui a um casamento civil em casa de festas, e, neste, o juiz puxou de seu paletó um e-mail que ele tinha recebido e imprimido, lendo todas aquelas breguices de corrente mal-escrita. (Sim, além de ser corrente, era particularmente longa e mal-escrita.) Também me preocupou ler numa reportagem que a juíza do cartório de Copacabana, a famosa Maria Vitória, pede aos noivos que joguem as alianças num recipiente para que ela faça uma leitura esotérica do futuro do casal a partir de como as alianças caíram no potinho. Ora, se eu e o noivo acreditássemos no sobrenatural, não estaríamos casando só no civil, né?

Casamento religioso não tem disso, pode até ser chato quando o senta-levanta demora mais de 20 minutos, mas sempre é bonito. Agora, o civil é um risco...

Por isso, repito: alguém ouviu falar de Edgard Caldas?

16/10/2009

Criatividade e Generosidade

Não sei se vocês viram o blog Projetando o Casório ontem. Se viram, devem saber que eu só não borrei a maquiagem porque não uso.

Poucas horas antes, eu havia publicado um post sobre minhas dúvidas a respeito do que fazer com a decoração da casa de festas. Muitas leitoras comentaram com ideias maravilhosas, um brainstorm virtual de dar inveja à qualquer reunião corporativa com as mentes mais criativas que o dinheiro pode pagar. E a Drika, a arquiteta e noiva blogueira Drika, não só listou inúmeras sugestões, como também escreveu dois posts no blog dela ilustrando todas as dezenas de alternativas, uma melhor que a outra. Pra vocês terem uma noção, depois dela e das demais contribuintes, meu problema não é a falta de opção que aparece no portifólio da casa, mas, sim, ter opção demais. kkkk E esse é um problema muito mais gostoso.

Os apontamentos da Drika, com certeza, inspiram qualquer uma. Algumas opções podem ter um preço proibitivo, mas a maioria prova que, com criatividade, tudo fica lindo e diferente... e não necessariamente mais caro.

E, Drika, eu sei que não basta, mas muito, muito obrigada de novo, mais uma vez e novamente.

15/10/2009

A decoração da Casa do Alto - questão 1

Um dos muitos itens que tem me ocupado os pensamentos ultimamente é a decoração da casa de festas. Por exemplo, logo na entrada do salão, encontra-se esta antessala.

(Fotos do site www.casadoalto.com.br)

Para mim, a grande questão dessa antessala é o que fazer com esses três nichos. Estão orçados no pacote arranjos florais enormes para botar aí. No entanto, toda vez que eu entro na casa e vejo esses arranjões, eu viro para a mesa ao lado e espero ver um caixão. Muitas pessoas casam ali com esses arranjos enormes, claro, e são felizes com eles. Vocês notem que as pessoas tentam variar, botar colorido, botar arranjos modernos, vaso de vidro, tudo. Mas euzinha sou problemática, admito, obcecada com a morte ou qualquer problema do tipo. E, como eu também entro por ali antes da cerimônia, não quero que a decoração fique me lembrando da parte ruim do "até que a morte os separe".


Enfim, vocês têm alguma solução alternativa para eu sugerir ao decorador da casa de festas na reunião que se dará em um mês? Eu cogitei botar dicionários ali, mas, além do risco de esquecermos das nossas preciosidades depois, os nichos são grandes demais. Pensei também em tapar com uma cortina, mas tem a cortina do lado que eu não sei se pode recolher, daí poderia ficar muito opressor com tanto pano junto. Help! :)
P.S.: Escrever me ajuda a pensar. Tô pensando agora em cordão de velas em cachepô (quem sabe, se não esquentar... mas vela não lembra velório também?), em "árvore de recados" sem a árvore, em vasos antigos grandes (não vai caber)... Ai, ai! Será que o decorador topa?

13/10/2009

Convites de Casamento Ecológicos

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Antes do post de hoje, queria agradecer aos comentários nos posts sobre as listas de casamento. Quanto mais feedback, mais chances de fazermos uma escolha acertada. Muito obrigada pela ajuda.
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O namoroivo é todo preocupado com questões ambientais e financeiras e estava nervoso de gastar uma baba com convites, já que vão parar no lixo. O desejo dele era fazer algo reaproveitável, como um caderninho.


Aficionado por Moleskines e pesquisas na internet, ele descobriu o Corrupiola, um site de caderninhos feitos à mão. No entanto, os artesãos alegaram não conseguir fazer na quantidade -- ao menos não para nossa data. Ainda assim, fica a dica, como uma outra blogueira disse, de presentinho para os padrinhos.
Mais tarde, ele achou a Moleco, uma gráfica aqui no Rio de Janeiro que faz caderninhos tipo moleskine mas RECICLADOS! Mais verdes impossíveis!!! O preço seria um pouquinho mais do que os convites que vimos por aí, mas teria a vantagem de que os convites já fariam as vezes de lembrancinha. O dono da gráfica foi super-atencioso, viu nos casamentos um mercado interessante pra entrar, deu-me 2 ou 3 caderninhos e, se eu chorasse, fazia até mais desconto apesar do número pequeno de convites para nós.




No fim das contas, tivemos receio de a proposta não ser compreendida pelos convidados por conta da capa maluquete que queríamos e ficamos com a ideia inicial da noiva, que vocês hão de ver em pouco mais de um mês. Mas deixamos aí as recomendações.