Nesta semana, fiz minha primeira prova de vestido. Vovó e eu rumamos à Copacabana, onde fica o charmoso Ateliê Mariá, e lá encontramos a Luana Zabot, noiva que também fechou o vestido com eles. Luana e eu vivemos nos esbarrando física e ficcionalmente, já que até as histórias de nossos conhecidos se cruzam. Ela havia me dito que tentaria me acompanhar na minha prova de vestido, e eu devo confessar que não tinha acreditado que uma empresária pudesse ir comigo em plena tarde de quarta-feira, mas não é que ela estava lá? E toda animada mesmo depois de um dia de reuniões!Em suma, ando dando muita sorte com as noivas blogueiras que conheço ou reencontro. Só falta uma compensação à Elly por tê-la conhecido num dia em que eu não tinha dormido nada e fiquei babando em cima da mesa do self-service, kkkk.
Ah, a prova do vestido, você me pergunta. Um anticlímax, eu respondo. Eu estava toda tensa, mas, fora um certo atraso e a eterna semi-amnésia do estilista, deu tudo certo. Era a prova do forro de cetim, e ele caiu certinho no corpo (se bem que ele ficou perfeito no busto quando o dito busto estava "roubando"). No mais, havia uma cauda longa demais e uma frente um pouco curta, mas tudo será ajeitado ainda. É isso. Acalmei-me.
Por fim, se eu fosse religiosa, teria rezado aos céus em agradecimento pela minha auto-estima em dia, pois, cada vez que eu encontro o Bruno Otaviano, ele tece algum comentário *quase* do tipo "e toma aqui o cartão do meu cirurgião plástico de confiança". kkkk Mas suponho que estilista tenha mesmo que falar as coisas para dar certo o vestido e acabo achando graça. Sozinha, claro.






Meu irmão e E.T. Tom fartando-se com o buffet