Eita, escrevo "arremesso do buquê" e só ouvi minha mente completar com "à distância". Noiva atlética essa! Eu já vou ficar feliz se não fizer como a 3a noiva deste vídeo, que acertou o buquê no homem que estava NA FRENTE DELA.
Mas o assunto era a música da hora do buquê. Já que o "Feiura não é nada" poderia magoar as menos bem-humoradas mas igualmente queridas, pensamos em "Don't worry, be happy". Engraçadinha e leve, certo? Afinal, dá para ser feliz solteira ou casada, esperando ou não para conhecer um homem especial. O negócio é não se preocupar. O que vocês acham?
24/06/2009
22/06/2009
Pink is the new white
Gente, eu tenho uma confissão a fazer.
Eu sou rosa.
Eu sempre desconfiei, mas não assumia muito. Hoje, tenho de dizer, "oi, meu nome é Natália, e eu sou rosa.".
(Aliás, aqui cá bem dentro dos parênteses, eu nunca entendi muito bem os Alcoólatras Anônimos se apresentarem. Eles dão nome falso? Ou é porque nos EUA o sobrenome importa mais?)
Enfim, voltando à vaca fria, ou melhor, à porca rosa, pois, sempre que me dou conta que sou rosa, me imagino como a Piggy dos Muppet Babies. Eu podia ter vivido a vida sem ter saído do armário das rosáceas, mas aí o Rogério Von Kruger, fotógrafo do casamento, acabou com minha ilusão. Disse, assim, na cara dura, que a foto dele não altera as cores naturais da pessoa (aliás, graças a Deus! Imagina bronzeamento artificial via Photoshop!). Dessa forma, o noivo vai sair pardo, e eu, rosa. "Rosa?!", indaguei. "É," respondeu ele calmamente, "você é rosa".
Será que o IBGE acrescenta uma categoria para minha auto-declaração?
~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~
E só porque eu tô muito boba, pergunto: e, quando a gente tiver uma filha, que cor vai ser?
Resposta: Vai ser rosa bebê!
Eu sou rosa.
Eu sempre desconfiei, mas não assumia muito. Hoje, tenho de dizer, "oi, meu nome é Natália, e eu sou rosa.".
(Aliás, aqui cá bem dentro dos parênteses, eu nunca entendi muito bem os Alcoólatras Anônimos se apresentarem. Eles dão nome falso? Ou é porque nos EUA o sobrenome importa mais?)
Enfim, voltando à vaca fria, ou melhor, à porca rosa, pois, sempre que me dou conta que sou rosa, me imagino como a Piggy dos Muppet Babies. Eu podia ter vivido a vida sem ter saído do armário das rosáceas, mas aí o Rogério Von Kruger, fotógrafo do casamento, acabou com minha ilusão. Disse, assim, na cara dura, que a foto dele não altera as cores naturais da pessoa (aliás, graças a Deus! Imagina bronzeamento artificial via Photoshop!). Dessa forma, o noivo vai sair pardo, e eu, rosa. "Rosa?!", indaguei. "É," respondeu ele calmamente, "você é rosa".
Será que o IBGE acrescenta uma categoria para minha auto-declaração?
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E só porque eu tô muito boba, pergunto: e, quando a gente tiver uma filha, que cor vai ser?
Resposta: Vai ser rosa bebê!
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