Faltam exatos 9 meses para a cerimônia... e 9 meses e 1 dia para o casamento. \o/ Só tenho uma coisa a dizer:

Uai, o que eu tenho a dizer é o que está no vídeo. Já deu play?



Bem-casado, como sempre, bem embrulhado: o grande mistério


OK, chega de blefe. Chega de fingir que sou uma noiva inteirada. Gente, o que é um bem-casado? Eu tento descobrir, vasculho sites, já tenho altas dicas de quem faça bem-casado ma-ra-vi-lho-so, mas, em todo lugar, o docinho está sempre embrulhado! Como ele é?

Não é aquele docinho gostoso branco e preto, não, né? Aquele é casadinho. Aquele, sim, é muito bom...

Ah, fui a uma degustação que, na saída, me ofereceram um mini-bolinho de nada com uma camada no meio de algo que não consigo lembrar. Depois de meses, me perguntei: será que aquilo era um bem-casado? Era abóbora e sem graça. O noivo acha que sim. Se for, não me admirem que eles sejam sempre vendidos embrulhados...

Nesse caso, se aquele negócio abóbora for o bem-casado, eu posso dar casadinho de lembrança, posso? O nome é igualmente engraçadinho! Vocês deixam?


Michel, minhas tias e eu fomos ao ExpoNoiva hoje. Chegamos às 14h em ponto e saímos às 18h30. Dos 4, só eu achei que fomos rápidos. Presumo que haja um distúrbio temporal que acomete noivas em eventos desse tipo.

Primeira loja de vestido que vimos: Casa Assuf. Atendimento muito confuso e, àquela hora, sem estilistas no local.

Segunda loja: Fashion Noivas, de São Paulo. Uma atendente muito simpática, estilista idem. Entendiam muito bem o que fica bem em noiva acima do peso e trouxeram vários vestidos para eu experimentar. O desenho que ela fez para mim era muito bonito e num preço bom, mas não tive muita certeza. A essa altura, noivo e tias não disseram nada, mas acharam que esse negócio de exposição ia demorar muito. Afinal, eu vi 5 vestidos, demorei horas, e saí sem nem saber precisar se eu tinha gostado ou não.


Mas qual o quê! A loja contígua era a Mariá Noivas, cujo ateliê fica em Copacabana. Me deram apenas UM vestido para experimentar. Foi o quanto bastou. Eu parecia criança em dia de aniversário. Quem me atendeu, acreditem, foi o próprio estilista do vestido, o Bruno, que é um dos filhos da Mariá que nomeia a loja. Fechei ali mesmo a 1a locação, com 10% de desconto, mantilha e grinalda inclusas. O único ponto negativo é que o noivo já viu o vestido quase do jeito que vai ser. Mas, como não somos supersticiosos, tudo bem. No mais, até lá ele esquece com certeza.

Depois do clímax, um pit-stop super-faturado (R$3 garrafa d'água; R$4 coca em lata) e mais nada. Vou resumir em tópicos:
  • convites: vários stands, todos idênticos.
  • fotógrafos: todos a que perguntei eram caríssimos, e muitos com o mesmo tipo de diagramação do álbum que meus pais fizeram na década de 70.
  • lembrancinhas: quase nada, e o que tinha não agradou.
  • dia da noiva, estética, maquiagem e cabelo: vááááários stands, mas achei que não era hora de ver isso.
  • bolo, doces e chocolates: só pude eliminar os feios, já que não tinha como experimentar.
  • buquê: acho que tinha duas lojas. Vi um muito lindo, com grandes chances de ser o meu.
  • decoração, cerimonial, flores, móveis e bartenders: havia alguns stands, mas, como a casa de festas já tem tudo isso, passei batido.
  • vestido: ainda havia várias outras lojas. Chamo atenção para o ateliê Nádia Lima, que expôs umas peças maravilhosas.

De surpresa, acho que só mesmo o número de dentistas oferecendo clareamento. É cada coisa! kkk Mas bem cogitei!



© Ragnar Schmuck/zefa/Corbis



Só para avisar que a lista de fotógrafos sociais no Rio de Janeiro não pára de crescer. Os portfólios são de babar. É muita gente boa para uma cidade só!

Outro post que, com a ajuda dos leitores, já aumentou um bocado também é o de casas de festas no Rio. E olho vivo: em breve, uma lista com as costureiras e as lojas de vestido de noivas.

Tendo alguma dica, é só nos avisar, que adicionamos.